quarta-feira, 6 de julho de 2011

Porn Shoot Massacre: Silicones em Fúria

Provavelmente um dos filmes mais tôscos que já assisti na vida. Peça totalmente amadora que a indústria pornô pôde fazer, mas mesmo asim é infinitamente melhor do que a bagaceira promoter intitulada Suicide Girls Must Die. O filme começa com uma música de piano simples onde uma jovem tomando um banho lembra descaradamente uma das vinhetas do Canal Playboy (e daí?...eu assisto o Canal Playboy mesmo!!!). A espuma do sabonete escorre pelo corpo sensual da morena, com especial atenção para os peitões que poderiam fazer uma maternidade inteira sentar e pedir aos berros "Qué mamá...qué mamáááá!". Ao sair do banho só há uma maneira correta de abrir um filme chamado Porn Shoot Massacre  que é matar as gostosas do filme, um fato que, na minha opinião, é um desperdício de carne e fica registrada aqui a minha indignação: Porquê todos os assassinos deste estilo de filme só matam as gostosas e são vencidos/domesticados pelas fubangas? Trágico!

Bem, voltemos ao filme...

Na sinopse da trama várias estrelas do cinema pornô têm sido convidadas a se juntar ao elenco de
uma produção tida como o mais novo revival da indústria pornô. O misterioso diretor usa um disfarce super cafona, mas ninguém parece se importar e as filmagens seguem tranquilas até que as sete afortunadas atrizes começam a serem perseguidas, torturadas e mortas no set de filmagens. Porn Shoot Massacre é exatamente o que seria de esperar, mas com um monte de elementos que você não pode esperar. A atuação pode ser ruim, mas a história é até interessante e a qualidade de produção é razoável. Não espere emoções demasiadamente fortes para esse filme, mas também não é de todo ruim. Você pode encontrar-se agradavelmente surpreendido em algumas de suas cenas.

Os picaretas responsáveis pela produção (Corbin Timbrook e Antonio Hernandez) deveriam estar num "perrêio" lascado ao idealizarem tal projeto. Porn Shoot Massacre não funciona tão bem como um filme de terror e é soft demais para uma produção erótica. Eu acho que eles estavam tentando criar um falso relato de uma indústria snuff, mas sem se preocupar no porquê, quando e como isso poderia acontecer. 
O desenvolvimento psicológico dos personagens na história que se desenrola é quase zero, pois a maioria deles que aparecem na seqüência no filme são massacrados antes de amadurecerem no melhor estilo de "Oi, tenho peitos...oh, morri!", mas temos que dar um crédito pro pobre Timbrook, afinal ele também é ator (Corbin Timbrook interpretou o caipira Billy Joe no filme Ed Gein: The Butcher of Plainfield e por isso já tem minha admiração) e chegou até a participar da série de TV Supernatural (tá, niguém é perfeito!). Uma outra coisa digna de nota é que eles têm até um ator pornô anão que apavora a mulherada nas filmagens. Eu falei que alguns detalhes do filme iriam impressionar...

Apesar de todo seu aspecto tôsco, Porn Shoot Massacre se agarra ao espectador com o mais grudento dos enredos e os obriga a assistir a trama para saber qual o final da história (ah, e tem muita mulher pelada, o que ajuda bastante na hora de chamar a atenção). A "vítima" que for assistir os primeiros 13 minutos vai ser assolada por dúvidas durante todo o filme.

Será que alguma das gostosas pornô escapará com vida? O amor vai florescer entre a rainha do pornô e seu tímido admirador? Quem é aquele homem mascarado com uma marreta? Anões são proporcionalmente pequeno em todos os lugares do seu corpo? Todas estas e outras perguntas são respondidas no filme Porn Shoot Massacre. Agora na minha opinião o que eu gostaria de saber é se neste filme todos são realmente atrizes/atores pornô ou se eles simplesmente "fingiam transar", pois eles parecem fingir muito bem...

PORN SHOOT MASSACRE

Direção: Corbin Timbrook
Roteiro: Antonio Hernandez
Elenco:
Robert Ambrose ... Malfini
 Naomi Cruz ... Junie
Nick Machado ... Jimmy
Shelly Martinez ...Chrissy
Liana Mendoza ... Tina
Lynette A. Nechayeva ... Beretta
Kasey Poteet ... Missy

terça-feira, 21 de junho de 2011

Morre Wilza Carla, uma das divas da Boca do Lixo

Wilza Carla Rossi de Brandizi Silibeli Soares Marques Pereira nasceu em 29 de outubro de 1938 em Niterói, Rio de Janeiro. Neta de político famoso no Rio, Wilza foi abandonada pelo pai aos 3 anos de idade e passou toda sua infacia dividida entre a mansão dos avós e o "quarto e sala" da mãe.

Em 1955, foi convidada na porta do Colégio Sion, por Carlos Manga para um bom papel no filme "Chico Viola Não Morreu" . Aceitou e filmou escondida dos avós, que a proibiam até de ter aulas de ballet. Quando o filme estreou Wilza foi expulsa do Sion, mas não desistiu da carreira. No mesmo ano foi eleita Rainha dos Comerciários, foi escalada para o programa de TV "Familia Boa Aventura ", no cinema teve um pequeno papel em - "Eleanora dos Sete Mares" , e na produção italiana - "Pani, Amore e Carnavale". Tentou também o teatro "sério" na peça - Comédia do Coração - com Paulo Autran, mas acabou partindo para o Teatro de Revista que dava mais dinheiro e mais prestígio.

Rapidamente se tornou uma das principais vedetes do país, favorita de muitos políticos. Inicia a famosa coleção de noivos. Em 1957, 1958 e 1959 reina soberana como Rainha do Carnaval. A única na história do carnaval com 3 títulos consecutivos. Wilza já estava passando de voluptuosa para gorda na entrada dos anos 60, mesmo assim seu prestigio e beleza garantiram ainda muitos anos de rebolado. De 1960 a 1964 se divide entre Brasil e Portugal, onde estrelou com muito sucesso montagens brasileiras como - "Boa Noite Lisboa" e "Pão, Amor e Reticências".

Em 1962 Wilza faz sua estréia nos Desfiles de Fantasia do Municipal, com a fantasia - Rainha dos Vampiros - foi desclassificada porque a comissão julgadora considerou sua fantasia imoral. Wilza deu início as suas famosas brigas com o júri e os organizadores do Municipal, sempre que não tirava o primeiro prêmio. No ano seguinte ganhou todos os primeiros lugares com uma fantasia em homenagem a Ari Barroso - Aquarela do Brasil - e dai pra frente, foi uma coleção de prêmios, na maioria das vezes, na categoria de originalidade, onde sempre foi imbatível !

Em 1967 participou da cultuada produção sueca (rodada no Rio) "Palmeiras Negras", dos diretores Lassen Ligrend e Iulin Bohim, interpretando o segundo papel do filme, ao lado de Bibi Anderson. Estava então com 133 quilos e faz uma cena totalmente nua. Apesar do filme ter sido muito comentado e censurado aqui no Brasil, trouxe um prêmio de melhor atriz no Festival de Palermo. Já na década de 70, Wilza atuou em dezenas de produções baratas da boca do lixo, alguns cults como - "Os Monstros De Babaloo" de Elyseu Visconti, considerado o filme mais erótico produzido no Brasil nos anos 70 (pré-explicito). Mas também teve participações em filmes importantes do cinema nacional, (como "Os Herdeiros" de Carlos Diegues, ou '"Macunaíma" e "Guerra Conjugal" ambos de Joaquim Pedro de Andrade. )

Na TV participou de humoristicos como ' Balança Mas Não Cai ' e algumas novelas na antiga Tupi, como : "Jerônimo, O Herói Do Sertão " e "Assim na Terra Como No Céu". Mas foi em 1976 que teve seu grande momento na televisão brasileira, como Dona Redonda, um dos personagens surrealistas da novela 'Saramandaia', de Dias Gomes. Dona Redonda um dia explode de tanto comer e ainda deixa uma cratera no chão. Mas o público exigiu a volta de Wilza, e ela volta na pele de Dona Bitela, irmã gêmea de Redonda. Em 1977, Wilza seria escolhida por Fellini para estrelar 'Casanova', onde desenpenharia o papel de uma mulher gigante, mas acabou não rolando.

Em 1979 casa-se com o modelo Paulo Bezerra, já grávida de Paola Faieza Bezerra da Silva, que nasce 5 meses depois. Na década de 80 se firma como jurada do Programa Silvio Santos e Raul Gil. Em 1984 começa seus sérios problemas de saúde. Diabética com problemas de ácido úrico, pressão alta, infecção urinária e trombose nas pernas, fica várias semanas internada e precisa da ajuda de amigos e artistas, (como Hebe Camargo, Silvio Santos e Roberto Carlos) para pagar suas contas no hospital . Dai pra frente suas aparições foram diminuindo. Ainda teve participacões especiais em programas do Chico Anysio, na novela "Cambalacho", e algums humorísticos da TV Bandeirantes. Mesmo com todos os problemas de saúde, continuou desfilando suas fantasias de carnaval como hors-concours.

Em 1991 fez na Globo a minissérie "O Portador" de Herval Rossano. Ao lado de Lafayte Galvão formou um casal dono de pastelaria e traficante de sangue. Também em 91, fez sua última participação em novelas, na Rede Manchete em "Ana Raio e Zé Trovão", no personagem Maria Gazolina. Em 1993 desfila no Municipal pela última vez - "Recordação De Um Pássaro", encerrando mais de 30 anos de uma trajetória de muito sucesso no mundo das fantasias.

Em 1994 os problemas de saúde voltam com força total . Teve a vista atacada por uma catarata que a deixou praticamente cega, a artrose nos joelhos a impediu de andar, em 1995 foi internada as pressas com depressão aguda e a diabetes fora do controle. Ficou quase um ano na UTI e chegou a entrar em coma. O peso muito acima do normal - 190 quilos - complicou ainda mais a situação. Wilza esteve a beira da morte, perdeu a visão e parou de falar.

Com o passar dos tempos o quadro de Wilza Carla veio melhorando aos poucos. Operou a catarata e emagreceu 100 kg, hoje pesando na faixa dos 80 mas ainda esta numa cadeira de rodas, devido a falta de verba e também de coragem para implantar uma prótese. Viveu o resto de sua vida em São Paulo, na casa da antiga amiga Phedra del Cordoba. Tinha muita depressão, perdeu boa parte da memória e não conseguia falar muito, sempre se emocionava e chorava provavelmente por constatar que num pais sem memória como o Brasil, hoje ela esta totalmente esquecida, mas para todos que assim como eu são fãs fiéis do clássico cinema da Boca do Lixo ela estará para sempre imortalizada nas nossas telas e memórias.


Filmografia

1955 - Pani, Amore e Carnavale
1955 - Trabalhou Bem, Genival
1956 - Genival é De Morte
1956 - Leonora dos sete mares
1957 - Tem Boi na Linha (Lina)
1958 - Minha Sogra é da Policia (Neném)
1967 - As Aventuras de Chico Valente
1967 - Palmeiras Negras (Ana Gorda)
1969 - Macunaíma
1969 - O Rei da Pilantragem
1970 - O Impossível Acontece (3º episódio)
1970 - Os Herdeiros
1970 - Os Monstros de Babaloo
1970 - Pra Quem Fica, Tchau
1971 - Cômicos e Mais Cômicos
1972 - Ipanema Toda Nua
1972 - Salve-se Quem Puder
1974 - Ainda Agarro Esta Vizinha
1974 - Mais ou Menos Virgem
1975 - Guerra Conjugal (Gorda)
1975 - Um Soutien Para Papai
1976 - A Ilha das Cangaceiras Virgens
1976 - As Loucuras de um Sedutor
1976 - As Massagistas Profissionais
1976 - O Vampiro de Copacabana
1977 - As Eróticas Profissionais
1977 - Chuva Crioula
1977 - Costinha e o King Mong
1977 - Os Pastores da Noite
1977 - Será Que Ela Aguenta?
1977 - Socorro! Eu Não Quero Morrer Virgem
1978 - Seu Florindo e Suas Duas Mulheres
1979 - O Menino Arco-Íris
1979 - Loucuras...
1982 - O Rei da Boca
1982 - Os Campeões
1982 - Sexo às Avessas
1983 - Põe Devagar… Bem Devagarinho
1983 - Vai e Vem À Brasileira
1984 - Bacanal na Ilha da Fantasia
1984 - Clube do Sexo
1984 - Made in Brazil
1984 - Mulher de Proveta
1984 - Padre Pedro e a Revolta das Crianças
1989 - Wiezien Rio (Mulher de Vermelho)
1990 - A História de Ana Raio e Zé Trovão
1991 - O Portador

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Bridget Powers: a anã que é um mulherão

Depois do alvoroço causado por este Pokèmon sexual quando postei uma foto dela no meu perfil do Facebook resolvi apresentar um pouco da história desta musa pornôfreak. Com vocês: BRIDGET THE MIDGET!


Bridget Powers (11 de outubro de 1980) é a mais famosa atriz pornô anã de todos os tempos, inclusive virando cult entre os anões (e grandões!) por todo o mundo. É vocalista da banda de rock Blakkout e mede 1,14m de pura gostosura e safadeza.

Começou a fazer filmes pornográficos em 1998 tendo feito por volta de 40 filmes. Um dos filmes mais polêmicos da pequena Bridget é com certeza um em que ela transa com o super-dotado Tony Duncan, o título do filme é bastante sugestivo, 18' Versus 18", pois é, um pênis descomunal em uma vagina bem pequena de uma anã. Participou do programa de
rádio do ator e diretor pornô Ed Powers chamado Bedtime Stories. 

Também já participou de alguns filmes comerciais, entre eles, S.W.A.T. e da série de televisão americana The Roseanne Show. Bridget já usou os seguintes nomes: Bridgette, Bridget, Bridget the Midget, Brideget Powerz, Bridgett Powerz e Bridget Powerz.



Filmografia
    18' Versus 18"
    Bridget The Midget Gang Bang
    Captain Mongo's Porno Playhouse
    Cock Smokers # 15
    Double Midgetation
    Filthy Talkin' Cocksuckers # 6
    Freaks And Geeks
    I Swallow # 6
    Littlest Squirt
    Midget Madness # 2
    Midget Mania # 2
    Mighty Midget
    Mondo Extreme # 16: Getting A Little
    Pee Midget Pee
    Whack Attack # 8

  (clique para ampliar)

Para aqueles que acham que só os mulherões estilo Brasileirinhas dão um show na hora do sexo anexo aqui um pequeno vídeo da nossa Smurfette Pornô arrasando na hora do "vâmuvê"...


domingo, 5 de junho de 2011

Seduzidas pelo Demônio: Padre Quevedo e mulher pelada no estilo trash

Um dos primeiros filmes brasileiros a explorar cenas de horror sobrenatural com vítimas do sexo feminino foi "Seduzidas pelo Demônio" pelo diretor/produtor/roteirista/montador/cinegrafista e picareta Raffaelle Rossi (1938-2007). Seu filme se propunha a ser uma espécie de “continuação-remake” de "O Homem-Lobo" (filmado nos anos 1960 e lançado em 1971). No original dos anos 1960, tratava-se de uma história de lobisomem em que um jovem adotado, Roberto, trancado pela família em um internato de rapazes, se transforma num homem-lobo que ataca pessoas e acaba assassinando a própria mãe adotiva, mas fazendo com que todas as suspeitas recaiam sobre seu pai e sua jovem amante.

Na continuação proposta em "Seduzidas pelo Demônio", que se passa no julgamento do pai, a história é re-contada em flashback, mas, então o menino Roberto não é mais um lobisomem, e sim um garoto prometido pelo demônio por uma seita secreta de satanistas e pasmem, até o Padre Quevedo (safadenho!) faz uma ponta no filme para dar explicações científicas para o mal do "endemoniado".


Estrelado por um elenco pouco expressivo composto por Ivete Bonfá, Roberto César e Cassiano Ricardo, "Seduzidas pelo Demônio" tinha vários problemas que o transformaram num dos mais significativos exemplos do humor involuntário no cinema brasileiro. De fato, as falhas do filme são bastante primárias, com situações estapafúrdias como a troca de réu durante o julgamento, a inexplicável mudança de personalidade da mãe adotiva de Roberto e, sobretudo, uma das mais absurdas improvisações da narrativa já vistas para justificar o roubo de seqüências de filmes alheios: possivelmente para fechar a duração do filme para longa-metragem, Rossi usou cenas inteiras e não creditadas do filme de horror alemão "Die Schlangengrube und das Pendel" (Passado Tenebroso, 1967), de Harald Reinl, sobre o Conde Regula (interpretado por Christopher Lee).


Então, para justificar os figurinos antiqüíssimos e o transporte de carruagem usado pelos atores nas seqüências roubadas de "Passado Tenebroso", Rossi criou a idéia de um “tour” temático que os pais adotivos de Ricardo teriam feito na cidade de Gramado, na serra gaúcha, passeando em algum tipo de “trem fantasma na floresta”.
Hoje, é impossível saber como Rossi (falecido em 2007, vítima do mal de Alzheimer) teve acesso à cópia do filme alemão, mas o fato é que poucas vezes uma estratégia desse tipo foi tão indiscreta quanto em "Seduzidas pelo Demônio".
De qualquer forma, e apesar dos inegáveis problemas, o filme pelo menos pode receber o título de primeiro "ghoulie" realizado no Brasil, com cenas canhestras de matanças de mulheres e de possessões demoníacas estreladas pelo ator Robertho César – coadjuvante alçado ao papel de protagonista, naquela que foi possivelmente a sua pior atuação.

Sinopse: Roberto, jovem estudante de medicina, está sendo julgado num tribunal pelo assassinato de sua mãe adotiva. A partir do depoimento de testemunhas, sua vida pregressa vai sendo reconstituída. Adotado ainda bebê pelo doutor Fábio e sua esposa, que o salvaram de um sacrifício pela seita dos adoradores do demônio, o rapaz levou vida normal até a inexplicável morte de três jovens, praticada por ele, numa festa em casa do tio. Julgado vítima de possessão demoníaca, Roberto é internado num hospício para tratamento, mas consegue fugir, indo encontrar seu pai numa igreja, a quem ataca. Este luta desesperadamente e, num último esforço, enterra um crucifixo no ventre do rapaz. Roberto cai como morto mas, gradativamente, a ferida começa a desaparecer, retornando a fisionomia que tinha antes de ser dominado pelas forças do mal.



SEDUZIDAS PELO DEMÔNIO: Ficha Técnica.

Ano: 1975.
País: BR.
Cidade: São Paulo - SP.

Produção: Raffaele Rossi; Cassiano Esteves.
Direção de produção: Renata Candu.
Distribuição: Marte Filmes Ltda.; Art Films Ltda.
Argumento e Roteiro: Raffaele Rossi.
Direção: Raffaele Rossi.

Direção de fotografia: Raffaele Rossi.
Assistência de câmera: Pedro Luiz.
Efeitos especiais de fotografia: Pedro Luiz Nobile.

Elenco:
Robertho César (Roberto)
Shirley Stech (Mônica)
José Mesquita (Professor)
Afonso Arrichielo (Diretor da Faculdade)
Ivete Bonfá (Solange)
Cassiano Ricardo (Roberto quando bebê)

Atores Convidados:
Padre Oscar Quevedo

Participações especiais:
Eleu Salvador
José Velloni
Hilton Have
Manuel A. Baixo

Parafilias para paranóicos

Uma dica do Tio Eddy praquele friozinho que vem chegando...
GOLDEN SHOWER (aka Urolagnia)

Urolagnia é quando uma pessoa obtém prazer sexual em urinar ou ver outras pessoas urinarem. Em alguns casos, isso pode levar a urofagia, onde os praticantes bebem a urina do parceiro. Os médicos advertem que a deglutição da urina ou o contato com ferimentos na pele podem favorecer a contaminação por HIV e outros agentes que causam doenças sexualmente transmissíveis.  

A urolagnia também é conhecida como “esporte aquático” ou “chuva dourada”. A Urofagia consiste no consumo de urina – quer seja a sua própria ou de terceiros. Urofagia é normalmente considerada inócua, pois a urina de indivíduos saudáveis é estéril. No entanto, existe um pequeno risco, se houver a presença de doenças, ou infecções bacterianas na uretra. Pode também haver efeitos secundários, tais como erupções cutâneas em indivíduos sensíveis à urina.

Por essas e outras tomem bastante cuidado ao se relacionar com parceiros que obtém prazer dessa forma, é um caso onde deve haver muita interação e confiança mútua, e jamais ser praticado casualmente. Faça exames de sangue e de urina costumeiramente, em média de seis em seis meses. Cuide da sua saúde e goze gostoso.

(HUAHUAHUAHUAHUAHUA...eu tinha que postar isso!!!)

quarta-feira, 11 de maio de 2011

O "pornohorror" de Cláudio Cunha

 

Antonio, um rico fazendeiro, não suportando o romance entre a filha Patrícia (Patrícia Scalvi, mulher do diretor na época) e Artur (Artur Rovedeer), um de seus peões, mata-o numa emboscada. Num ataque de sonambulismo, Patrícia descobre o túmulo do amante e enterra a cabeça de um cadáver num vaso, morrendo a seguir por consequência da depressão. Dez anos se passaram e um casal que comprou o imóvel tem sua rotina transformada quando os espíritos do casal proibido começam a atormentar a mulher, pedindo que ela transe sem parar com o marido para compensar a foda que não tiveram. Daí em diante o filme é pura putaria em cenas de sexo softcore e assassinatos com as armas mais inventivas que vão de facas, machados e até um vibrador branco. Se você achou isto bizarro aguarde a cena em que um grupo de hippies invade a casa para uma festinha em grupo.


A Reencarnação do Sexo (aka Calígula, a Encarnação do Sexo) é um filme de terror dirigido por Luiz Castillini e produzido por Cláudio Cunha e apesar de ser intitulado como "pornoterror" por alguns críticos não é um filme de terror tradicional. Por outro lado, o filme é rico em atmosfera. Muitas cenas acontecem durante a noite, o clima é sombrio e melancólico e o elenco traz vários nomes conhecidos, com a curiosidade de que todos interpretam papéis com seus próprios nomes e que talvez seja o único filme de "horror" em que uma vítima é morta com um consolo.


Bizarro, incomum e com aquela pitada de safadeza tupiniquim, "A Reencarnação do Sexo" é um marco do cinema exploitation nacional assim como "Seduzidas pelo Demônio" (de Raffaele Rossi - 1975) e para finalizar este post faço minhas as palavras de Marcelo Carrard, do blog Nudo e Selvaggio: "obrigatório tanto para os fãs do Horror Cinematográfico, tanto para os fãs das antológicas produções da Boca do Lixo".


FICHA TÉCNICA:

Título: Reencarnação do Sexo (aka Calígula, a Encarnação do Sexo/Posesión Mortal)
País: BR
Cidade: São Paulo
Estado: SP
Direção: Luiz Castillini
Duração: 88 min.
Gênero: Terror erótico
Ano de produção: 1981

Elenco:
 
Patrícia Scalvi
Roberto Miranda
Artur Rovedeer
Lia Farrell
Ana Maria Kreisler
Fábio Villalonga
Marthus Mathias
Jota Santana
Lígia de Paula
Roque Rodrigues

Material original
35mm, COR, 88min, 2.384m, 24q, Eastmancolor

domingo, 24 de abril de 2011

RETARD-O-TRON: O paraíso dos retardados

 

Tudo que existe de pior e mais bizarro quando falamos de cenas de filmes trashs, pornôs, acidentes de trânsito, propagandas japonesas de produtos duvidosos e muito mais.... isso é RETARD-O-TRON. A coletânea de cenas de gosto duvidoso está dividida em dois DVD's, Retard-o-tron: Volume 1 (lançado em 2006) e Retard-o-tron: Volume 2 (lançado em 2008). Pra quem tiver ânimo e estômago pra assistir isso aí posso garantir que verá coisas antes nunca vistas... ao menos não vistas todas as mesmo tempo em um vídeo só.
Extremamente recomendado para exterminar pessoas cardíacas, impressionáveis, Emos, grávidas, idosos, crianças, ou que tenham um mínimo de próposito na vida. Porque esse Retard-O-Tron é certamente a hora e meia mais lazarenta que você terá visualmente falando na sua existência. Acredite: você vai querer me xingar depois de assistir. Pra quem entende de trasheiras asquerosas com certeza vai assistir isso aqui e vai achar Jack Ass uma brincadeira de escoteiro e Two Girls and a Cup uma receita de brigadeiro pra festa infantil!!!


Pra quem ainda duvida do poder trash dessa pérola, existem cenas de fratura exposta, tombos de skate, seios gigantes que seguram bolas de boliche, monstros mal feitos, coprofagia, "baratofagia", cabelos em chamas, objetos dos mais diversos formatos (nos orifícios mais diversos ainda de "mocinhas de família,"), Bob Esponja maconheiro, enfim, um prato cheio para quem, assim como este que vos escreve, tem um gosto refinado pela arte.
Assista uma palhinha do que aguarda você, pobre mortal... 

RETARD - O - TRON
RETARD - O - TRON II


RETARD-O-TRON VIDEO MIXTAPE SERIES - Download

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